O feto não é um prolongamento do corpo da mãe. Tem seu código genético próprio. Depende de suporte alimentar, entre outros, da mesma forma que precisará ao nascer. Ninguém imagina eliminar uma criança de 1 ano, por conta dos trabalhos e custos que gera para a família. E somos fartamente recompensados com a alegria, novidades e carinho.O "direito ao próprio corpo" não pode aniqüilar o corpo do outro. Gravidez não é caso para legítima defesa. As idéias que geram essa "busca da própria felicidade", ignorando o próximo, semeiam tristeza e niilismo crescente nas sociedades que escutam essa pregação trágica. Difundir o respeito à vida humana, sob qualquer forma, é mais saudável e digno.






