Mostrando postagens com marcador gustavo corçao. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gustavo corçao. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de dezembro de 2010

As Lições de Gustavo Corção

Durante os últimos dias meu pai esteve lendo 'Lições de Gustavo Corção'. Tendo sido vizinho, admirador e leitor fiel do dr. Corção, como ele ainda o chama, ficou encantado ao descobrir que o livro foi escrito pela filha caçula do seu querido amigo Cláudio Braga. "Uma das melhores pessoas que conheci", me diz meu pai. Pois hoje fui à livraria Lumen Christi com algumas incumbências, entre elas descobrir como se comunicar com o Cláudio. Lá tive a alegria de conhecer a professora de História da Igreja e autora do livro, Marta Moniz Braga, além de conseguir o telefone do seu pai. De quebra, tiramos juntas essa foto e reencontrei algumas pessoas queridas. Que sábado feliz para todos nós!


Marta e eu

A livraria Lumen Christi está na rua Dom Gerardo 46, Centro do Rio de Janeiro. Fica embaixo do Mosteiro São Bento, bem perto do ponto de ônibus. O livro também pode ser comprado pela internet na editora Quadrante (R$ 28,00), um ótimo presente de Natal!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Lições de Gustavo Corção


A Editora Quadrante acaba de lançar obra sobre a vida do escritor católico Gustavo Corção, de autoria de Marta Braga, Doutora em História Contemporânea pela Universidade de Navarra. Peguei hoje cedo e não consigo largar. Aonde vou, carrego o livro. Marta enxerta a biografia com trechos dos livros de Corção. Na sala de espera do dentista, meus olhos se encheram de lágrimas, não de medo dos procedimentos dolorosos que me aguardavam, mas de emoção ao ler a passagem em que o escritor lembra a coragem de sua mãe ao enfrentar dificuldades para manter os cinco filhos.

"Quem achará a mulher forte? (...) Todas as vezes que leio esta passagem do Livro da Sabedoria, vem-me ao espírito e ao coração uma onda de agradecimento a Deus e à mulher forte que amparou e alegrou nossa infância. (...) Minha mãe, viúva aos vinte e seis anos, apesar dos hábitos de abastança, agarrou-se à máquina de costura, e durante mais de dois anos trabalhou das cinco da manhã até altas horas da noite, para nos manter. Nesse tempo, o Estado não era esta imensa mamadeira de leite aguado em que hoje se transformou: em compensação, se o Estado não ajudava, também não atrapalhava (...); pudemos nos enquadrar dentro de um orçamento severo mas tranquilo, e tivemos uma infância toda iluminada de pobreza feliz." (citação de Conversa em Sol Menor, Agir, Rio de Janeiro, 1980, págs. 64-65)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Fim do Silêncio ou Grito Silencioso

Mais Vida