quinta-feira, 1 de abril de 2010

O Sudário de Turim


Hoje,o canal Discovery Science (85, no RJ) mostrará o documentário "O Mistério do Santo Sudário", às 13:50 e 18:35. Contem as mais atualizadas descobertas da ciência sobre a relíquia de Turim. Abaixo alguns destaques de artigo de Nelson Barreto sobre o sudário no site Lepanto:

"A Igreja nunca estabeleceu um padrão para a figura de Cristo. A tradição e a piedade cristã foram imaginando e retratando a figura divina de Nosso Senhor Jesus Cristo. Uma figura que contivesse a grandeza, a bondade, a misericórdia, a sabedoria, a justiça, a prudência, a temperança, a fortaleza e todos as virtudes reunidas. A imaginação e a habilidade dos artistas acabaram conseguindo um certo padrão para a figura de Cristo.

No final do século XIX, o advogado italiano Secondo Pia, com sua imensa máquina fotográfica que mais parecia uma geladeira, quis registrar o casamento da princesa filha do duque de Saboya, em Turim. Aproveitou a ocasião para tirar uma fotografia da relíquia da família, um imenso lençol de 4,36 m de comprimento, 1,10 m de largura, que se venerava como sendo a mortalha que envolvera o corpo de Cristo no sepulcro.

O milagre reservado ao século XX

Aqui começa o "milagre" da fotografia: no negativo apareceu o retrato de Cristo. O corpo inteiro frontal e de costas, com as marcas da flagelação e da crucificação. A figura de Cristo está invertida no pano. Ela está em negativo, de maneira que no negativo apareceu o positivo. O que era branco apareceu escuro.

A partir dessa fotografia, as discussões se multiplicaram. Atraiu o estudo de cientistas céticos e religiosos. Estudaram o tipo de impressão, o tecido, as marcas de sangue e até o pólen das flores do Oriente que estavam depositados entre as fibras do tecido.

O mais curioso é que a figura que aparece no negativo da foto do Sudário corresponde à figura de Cristo elaborada pelos artistas durante os 1800 anos de Cristianismo. No século de adoração da ciência, Nosso Senhor se faz conhecer através das novas tecnologias. (...)


Médico demonstra: é Cristo crucificado.

O primeiro estudo sobre o Sudário que se tornou público foi a análise médico-científica feita pelo dr. Pierre Barbet, em 1932. As conclusões, descritas no livro A paixão de Cristo segundo o cirurgião, foram impressionantes:

- na face havia sinais de contusões, o nariz estava fraturado na cartilagem descolado do osso;

- no corpo foram contados 120 sinais de golpes de açoite, produzidos por dois flageladores, um de cada lado da vítima.

- o flagelo utilizado foi o que se usava no Império Romano, composto de duas ou três correias de couro, terminando em pequenos ossos de pontas agudas, ou em pequenas travas de chumbo com duas bolas nas extremidades.

- duas chagas marcavam o ombro direito e o omoplata esquerdo;

- o peito muito saliente denotava a terrível asfixia suportada durante a agonia;

- os pulsos apareciam perfurados, tendo o prego perfurante secionado em parte o nervo mediano, fazendo contrair o polegar para dentro da palma da mão;

- pela a curvatura das pernas e as perfurações nos pés, tem-se a nítida impressão de que o esquerdo foi sobreposto ao direito e presos ao madeiro por um único prego;

- os dois joelhos estavam chagados;

- havia um sinal de sangramento, produzido por uma grande ferida, no lado direito do tórax;

- por fim, havia 50 perfurações na fronte, cabeça e nuca, compatíveis com uma coroação de espinhos...

Não havia mais dúvidas!

Era uma constatação científica, totalmente coerente com a descrição evangélica da Paixão de Nosso Jesus Cristo. Tratava-se realmente do Santo Sudário que envolvera o corpo do Redentor, quando este foi descido da cruz para ser sepultado. (...)

Como São Tomé, a ciência "toca a mão na chaga" para crer

Os céticos, ateus e materialistas não podiam concordar. Não teriam sido aqueles sinais sobre o pano pintado por algum hábil falsificador para que os homens acreditassem tratar-se de Jesus Cristo?

Nos Estados Unidos se formou um grupo de investigação científica que, em 1978, foi até Turim com 40 toneladas de aparelhagem. Os cientistas realizaram uma série de exames num total de 140.000 horas. Dentre os vários testes aplicados, cumpre destacar fotos e microscopia eletrônica, raio-X, espectroscopia, fluorescência ultravioleta, termografia e análises químicas.

Os resultados dos exames laboratoriais demonstraram que o desenho que aparecia no pano não poderia ter sido feito por mãos humanas.

Até agora não foi explicada a formação da imagem no Sudário. Não se trata de pintura nem da compressão do tecido sobre o corpo de um cadáver. A hipótese mais provável levantada por alguns cientistas sugere que ela foi produzida, numa fração de segundos, semelhante a um clarão de uma explosão nuclear como a ocorrida com o clarão da bomba de Hiroshima que imprimiu a imagem de uma válvula na parede de um tanque de gás.

As manchas de sangue que marcam o tecido estão gravadas em positivo ao contrário do restante da imagem que está em negativo. Trata-se realmente de sangue humano, de tipo sanguíneo AB (exatamente o mesmo encontrado no famoso milagre de Lanciano, na Itália.)

O criminologista e botânico suíço, Max Frei, identificou células de pólen de 49 plantas diferentes presentes no tecido. Elas são originárias da Palestina, da Turquia e da Europa, exatamente, as regiões percorridas pelo Santo Sudário.

Foram verificados dois objetos circulares colocados sobre os olhos. Trata-se de duas moedas: a primeira, o dilepto lituus, produzido na Palestina no governo de Pôncio Pilatos entre os anos 29 e 32 d.C. A segunda moeda identificada foi cunhada por Pilatos em homenagem a Júlia, mãe do imperador romano Tibério, em 29 d.C. Colocar moedas sobre os olhos do morto, para manter as pálpebras fechadas, fazia parte dos ritos funerário judaicos da época de Jesus. Elas também confirmam as datas dos Evangelhos: “Era o ano décimo quinto do reinado do Imperador Tibério César, Pôncio Pilatos era governador da Judéia” (Lc. 3, 1) (...)

O controvertido teste do carbono 14

Em outubro de 1988, a equipe de Oxford, em conferência no British Museum, declarou que a análise do carbono 14 indicava que o tecido era de origem medieval, tendo sido produzido entre os anos 1260 e 1390.

O espanto foi geral, pois a ciência parecia entrar em contradição com tudo o que ficara demonstrado anteriormente. O Sudário já havia passado por milhares de testes. De todos os experimentos, somente o do carbono 14 contestou a autenticidade da peça.

Todavia, a idéia de falsificação está agora descartada. O cientista russo Dimitri Kouznetsov provou que os dados do carbono 14 estavam errados, em conseqüência do incêndio a que o Santo Sudário esteve exposto em 1532. Na mesma linha, Harry Gove, o principal responsável pela datação do Sudário como tecido medieval, admitiu que a contaminação que o pano sofreu ao longo dos séculos podia ter falseado os resultados.

Dr. Leôncio Garça-Valdez, professor de microbiologia, da Universidade do Texas, demonstrou que existem determinados tipos de bactérias que produzem um revestimento bioplástico sobre artefatos antigos que distorce o processo de datação pelo carbono.

O próprio Michael Tite, coordenador dos testes científicos e diretor do Museu Britânico, reconheceu em carta dirigida professor Lugi Gonella, consultor técnico do Arcebispado de Turim, que o carbono 14 não oferece prova alguma a favor de sua tese e confessa que "houve intenção deliberada de enganar o público".

quinta-feira, 18 de março de 2010

Cinema na Pastoral Vocacional

O CENTRO DE PASTORAL VOCACIONAL DA ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO, através de seu setor audiovisual, está organizando uma série de exibições de filmes, com diferentes temas, para propiciar um maior entrosamento com as pessoas da comunidade.

A entrada é franca mas, devido as vagas serem limitadas, há necessidade de inscrição prévia, através do telefone: 2292-3132 ramal 438 ou por e-mail: pastoralvocacional@arquidiocese.org.br.

As sessões serão às segundas 5ª feiras de cada mês, em dois horários: - das 14:00 às 17:00 horas e das 18:00 às 21 horas.

Endereço: Edifício João Paulo II - Rua Benjamim Constant, 23 - 5º andar - Glória (junto ao Metrô)

Esperamos por você!

O primeiro encontro será no dia 8 de abril de 2010, com o filme "A CANÇÃO DE BERNADETTE". Trata-se de um lindo filme clássico, ganhador de 4 prêmios Oscar: melhor atriz, direção de arte, fotografia e trilha sonora.

Procure conhecer o blog do Centro Vocacional:
www.centrovocacionalcarioca.blogspot.com

segunda-feira, 8 de março de 2010

Cérebro Idoso e Saudável

Irmãs dominicanas (site Ann Harbor)

Idade Avançada e Funcionamento Cerebral
Prof. Dr. Renato Sabbatini
. Na pequena cidade de Mankato, no estado de Minnesota, nos EUA, existe um convento com uma história muito diferente. As freiras que ali vivem e morrem parecem atingir uma longevidade muito maior do que a população em geral: a idade média é de 85 anos, e entre as 150 freiras aposentadas, 25 tem mais de 90 anos, e 12 tem mais de 100 anos. Um dos motivos, é claro, é que as freiras em clausura não correm risco de morte reprodutiva, levam uma vida protegida, não fumam nem bebem. No entanto, ocorrem coisas surpreendentes: a incidência de doença de Alzheimer é muito baixa entre elas. Essa é uma doença terrível, que mata as células cerebrais do idoso, e altera radicalmente sua memória, comportamento e capacidade de viver autonomamente. Está aumentando muito em todos os países, pois ocorre mais em pessoas com idade superior a 70 anos. Portanto, com o aumento geral de longevidade trazido pela medicina e pelo bem estar econômico, tem se transformado em um sério problema de saúde pública em alguns países, como nos EUA.

.....Quando esse fato foi descoberto por um cientista da Universidade do Kentucky, Dr. David Snowdon, ele foi estudá-las e descobriu que a longevidade era maior entre as freiras que tinham educação superior, ou que tinham alguma atividade mental constante, como estudo, leitura, música ou pintura, ensino das mais jovens, etc.. Em outras palavras, as freiras que exercitavam a sua mente e se mantinham ativas cerebralmente viviam por mais tempo do que as que se "entregavam" à velhice, por assim dizer, ou que tinham apenas atividades passivas e restritas do ponto de vista intelectual, como cozinhar ou arrumar os quartos do convento. Como ele mesmo disse, "a diferença estava em como elas usam suas cabeças".

.....A descoberta do Dr. Snowdon deu origem a um grande estudo científico. As freiras concordaram em doar seus cérebros quando morressem, para que fosse investigado se havia alguma diferença em relação a cérebros de outras pessoas. Ao longo da última década e meia, ele e sua equipe examinaram mais de 700 cérebros.

.....O que os cientistas descobriram? Até recentemente, achava-se que o cérebro era imutável. Os neurônios, que são as células cerebrais envolvidas em todas as funções nervosas, desde um simples movimento até o pensamento e a linguagem, não se reproduzem. Portanto, ao terminar o crescimento do cérebro, na infância, os neurônios começam a morrer gradativamente, e não são substituídos. Ao chegar a uma idade avançada, temos 25 a 30% menos neurônios que na adolescência, e em caso de doenças circulatórias e degenerativas do sistema nervoso central, como na doença de Alzheimer, essa devastação pode ser maior ainda, levando às alterações de memória, no sistema sensorial e motor, e na capacidade cognitiva dos idosos.

.....Entretanto, algumas descobertas revolucionárias alteraram esse conceito. Os neurônios se caracterizam por ter prolongamentos, ou ramificações, extremamente finas, chamados dendritos, que são usados para fazer conexões com outras células cerebrais, formando assim os circuitos responsáveis pelas funções do cérebro.

.....No córtex cerebral, onde estão as chamadas "funções superiores", como visão, audição, fala, inteligência, consciência, etc.,os dendritos de um neurônio fazem conexão com até 1.000 outros neurônios. Outras células, como no cerebelo, responsável pela coordenação dos movimentos e equilíbrio, essa relação pode ser de até 100.000 para um.

.....Os cientistas descobriram que os dendritos podem crescer com o aprendizado. Uma neurocientista de Los Angeles, Dra. Diamond, estudou o cérebro de ratos que viviam em dois tipos de ambiente: um deles bem rico em sensações e experiências, com muitos brinquedos, bolas, rampas, escadas, objetos coloridos, etc.; e outro sem nada de especial. Além disso, testou os ratos que viviam sozinhos, quando comparados com ratos que viviam com outros companheiros na mesma gaiola. Ela descobriu que os neurônios do córtex dos ratos que tinham vivido em ambientes ricos ou em companhia social, tinham muito mais ramificações de segunda e terceira ordem nos dendritos, do que os ratos que tinham vivido em ambientes pobres.

.....Aparentemente, portanto, o cérebro funciona como um músculo: quanto mais você usa, mais ele desenvolve conexões novas e cresce. A inatividade, por sua vez, acelera a perda de conexões e a diminuição dos dendritos. O Dr. Snowdon descobriu no cérebro das freiras que eram mais ativas intelectualmente na idade avançada, que algumas delas tinham sinais patológicos que indicavam que elas deveriam ter Alzheimer (são placas de uma substância amilóide e novelos de fios dentro das células, que não existem em neurônios normais, e que são responsáveis pela sua morte). No entanto, elas tinham poucos sintomas característicos, ou desenvolviam a doença muito mais tarde do que o usual. O médico diz que como essas freiras tinham muito mais ramificações neuronais e circuitos cerebrais mais ricos, eles compensavam a morte daqueles afetados pela Alzheimer.

.....As freiras de Mankato acham que "cérebro desocupado é morada do diabo", e por isso se dedicam tanto a ocupá-lo. É um ditado muito verdadeiro, se imaginarmos que o "diabo", nesse caso, é a doença cerebral e cardiovascular, trazida pela inatividade e entrega tão características da maior parte dos idosos que vivem no Brasil. É uma grande tragédia, perfeitamente evitável. Iniciativas como a "Universidade da Terceira Idade", da PUCCAMP, ou o "Projeto Caminhar" da FEAC (Federação das Entidades Assistenciais de Campinas), estimulam o idoso a continuar a exercitar intensamente o seu cérebro, aprendendo e a ensinando. Os idosos têm tanta experiência de vida e conhecimento, e podem fazer tanto para melhorar nossa sociedade! Infelizmente, muitas vezes são deixados de lado, "arquivados", abandonados pela mesma sociedade, que, com falta de sabedoria, valoriza cada vez mais apenas os jovens.

.....As descobertas da ciência estão mostrando que é perfeitamente possível continuar saudável e mentalmente ativo na velhice avançada. O aumento da longevidade média da população exige que os idosos sejam integrados mais intensamente na vida social, evitando o fantasma da aposentadoria, que mata tanta gente pela brusca mudança para a inatividade e para a sensação de inutilidade. (site Mulher de Classe)

Dr. Renato Sabbatini é médico e professor e teve este seu trabalho publicado no Jornal Correio Popular de Campinas, em set/00 e na revista Saúde e Vida On-Line


É possível encomendar o livro do dr. Snowdon no site da Amazon. Custa US$ 10,88 e é isento do imposto de importação no Brasil. No dia 18/02/2025, o livro está à venda por R$ 94,09 (capa dura) e por R$ 135,01 (capa comum). A Compra é internacional e os tributos de importação já estão incluídos no preço.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Obama recebe Dalai Lama


Que bom! Barack Obama ignorou a crítica dos chineses e recebeu o Dalai Lama, líder espiritual dos tibetanos. Segundo o site G1, do Globo, o encontro "ocorreu de maneira discreta e longe da presença da imprensa. Eles falaram na Sala de Mapas da Casa Branca durante cerca de uma hora." A foto acima é do site "Free Tibet".

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ragu de Carne a Bolonhesa


A tradução, pesquisa e dica da ilustração foram providenciadas pelo gentil cavalheiro Rubem S F.

Depois destas informações só aceitarei molho à bolonhesa acompanhado de tagliatelle. Realmente a superfície achatada do talharim adere melhor aos cremes e molhos. E o espaguete combina muito bem com alho e óleo.

Aqui a pesquisa e tradução do Rubem:

O ragù bolonhes está sem dúvida entre os 2 ou 3 molhos italianos mais conhecidos no mundo. Pena que o prato que acompanha, no exterior, sejam os espaguetes, provavelmente o único formato de massa que os bolonheses jamais sonhariam temperar com ragù! O porquê destas distorções não é possível saber, mas acontecem de vez em quando e o caso dos "espaguetes à bolonhesa" é o mais gritante.

A fama gastronômica de Bolonha remonta à idade Média, graças às ricas famílias de senhores em cujas hortas trabalhavam os cozinheiros mais famosos da época. A tradição gastronômica bolonhesa é estreitamente relacionada com a Universidade de Bolonha: a mistura de estudantes e professores de diferentes nacionalidades enriqueceu a cultura gastronômica e tornou necessária uma boa organização das provisões.

Ragù é um termo de origem francesa (ragôut, substantivo derivado de ragôuter - despertar o apetite) utilizado para indicar um molho geralmente à base de carne e tomate. Por extensão é frequentemente usado como sinônimo de molho. A Academia Italiana de Cozinha e a associação Confraternidade do Tortellino registraram, desde os anos 1970, as receitas oficiais de alguns pratos tipicos na Câmara de Comércio, Indústria Artesanato e Agricultura de Bolonha, com o objetivo de garantir a continuidade e o respeito à tradição gastronomica Bolonhesas na Itália e no mundo. Entre estes está o ragù bolonhês.

Entre as particularidades da receita a mais importante é o uso da "cartella", um corte de carne de boi rico de gorduras, próximo à barriga, que, junto à pancetta (bacon) dão a oleosidade típica deste molho. Em Gênova é chamada "ponta de peito". Hoje poucas famílias fazem o ragù com "cartella", preferindo uma carne moída mais magra. Também o bacon vem sendo substituído pelo azeite extra-veirgem de oliva; também o leite não é usdo por todos. Enfim, vem sendo usado mais tomate em relação à receita original, já que observando-a bem pode se perceber que certamente não é um molho à base de tomates!

Estas modificações, que farão os puristas torcerem o nariz, devem ser tomadas pelo que são, ou seja, uma releitura em chave moderna da receita tradicional. Atualmente o ragù é comido também no dia-a-dia, e a receita tradicional não poderia satisfazer as necessidades nutricionais das pessoas do 3º milênio, fazendo-as engordar etc. O Ragù tradicional certamente é a receita mais válida para as ocasiões especiais.

Embora possa ser utilizado com qualquer tipo de massa, este molho é tradicionalmente servido com tagliatelle caseiras ao ovo e (enriquecido por molho bechamel) lasanhas ao forno.

Esta é a Receita Oficial do Ragu à Bolonhesa registrada em outubro de 1982:
Ingredientes para 4 pessoas
* 300 gr de "cartella" de boi
* 50 gr de cenoura
* 50 gr de talo de aipo
* 50 gr de cebola
* 5 colheres de molho de tomate, ou extrato
* 1/2 copo de vinho branco/tinto
* 200 gr de leite integral
* sal e pimenta-do-reino

Procedimento
de derrete na panela o bacon cortado em cubos e triturado com a meia-lua. Se acrescenta as verduras bem trituradas com aa mei-lua e sedeixam amaciar docemente. Se acrescenta a cane moída e se deixa, mexendo até que comece a fritar. Acrescenta-se o 1/2 copo de vinho e o tomate diluído em um pouco de caldo, deixando a ferver por duas horas, acrescentando de vez em quando o leite e ajustando o sal e pimenta. Facultativo mas aconselhável o acréscimo, cozimento terminado, do creme produzido pelo cozimento de um litro de leite integral.

Proposta de receita - interpretação da receita, mais leve, para 2 kg de ragù:
- 500 gr de carne móida bovina
- 500 g de "copa" de suíno moída
- 100 g de cenoura
- 100 g de talo de aipo
- 100 g de cebola
- 800 gde polpa de tomates ou pelados
* 1/2 copo de vinho branco/tinto

Preparo: triturar as verduras com a meia-lua e cozinhá-las junto à carne e ao vinho em uma panela anti-aderente de 22cm por cerca de 5 min, em fogo médio. Acrescentar a polpa de tomates, dois copos de água, deixar ferver e cozer em fogo baixíssimo, coberto, por 1 1/2 horas, melhor se 2h. Destampar, deixar secar até o ponto justo e apagar o fogo.

Variação mais fantasiosa:
* 100 gr de bacon
* 150 gr de carne móida bovina
* 300 g de carne móida de suíno
* 150 g entre cenoura, talo de aipo e cebola
* 1 dente de alho
* 25 gr de cogumelos secos deixados de molho ou 250 gr se frescos
* 350 g de tomates pelados
* 3/4 copo de vinho tinto
* 40 gr de manteiga
* 1 colher de azeite
* 1/2 l de caldo de carne
* 1/2 folha de louro
* pouco sal e pimenta-do-reino (ou malagueta)
* 1/2 colher de farinha de trigo
* pitada de noz-moscada

Dourar no azeite e manteiga o bacon em cubinhos e o dente de alho amassado, que se tira quando dourado. Acrescenta as verduras fatiadas, depois os cogumelos e depos a carne. Banhar com o vinho e depois de meio evaporado, pulverizar com a farinha. Depois de instantes acrescentar o caldo, os temperos e deixar cozinhar por duas horas.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Fim do Silêncio ou Grito Silencioso

Mais Vida