domingo, 27 de abril de 2008

Papa Pio XII - in articulo mortis


Como poderia imaginar que, ao marcar um exame de campo visual, receberia também uma indulgência plenária "in articulo mortis"? Uma das surpresas da vida! Enquanto aguardava o laudo da campimetria, passeei os olhos pelas gravuras do corredor. Um quadro enorme, em bela moldura antiga, chamou minha atenção. Trazia a foto de Pio XII e, em letras lindamente desenhadas, lia-se:

"Beatíssimo Padre,
Os auxiliares e os doentes da clínica Dr. Moura Brazil, humildemente prostrados aos pés de Vossa Santidade, imploram a Bênção Apostólica e a Indulgência Plenária "in articulo mortis" ainda mesmo que, não podendo confessar-se nem receber a Sagrada Comunhão, só invoquem arrependidos com a boca, ou ao menos com o coração, o Santíssimo Nome de Jesus.
26 de agosto de 1950"
Um ano antes do meu nascimento, o dr. Moura Brazil teve essa piedosa iniciativa que beneficia os clientes e funcionários da clínica.
A alegria foi dupla naquela manhã: olhos normais e bênção do Papa!

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Haicai de Takahama



No alto da montanha

A água surge

E se precipita.

("Uma queda d'água" - haicai de Kyoshi Takahama)

terça-feira, 22 de abril de 2008

Daniel Gilbert estuda a felicidade




Em Harvard, Daniel Gilbert dirige um laboratório que estuda a natureza da felicidade humana. Seu livro "Stumbling on Happiness" (algo como 'Tropeçando na Felicidade', que no Brasil se intitulou "O que nos faz felizes") ficou 23 semanas entre os mais vendidos.

Segundo Gilbert, o melhor prognóstico para a felicidade são as relações humanas e quanto tempo uma pessoa passa com a família e os amigos. Isso é mais importante do que dinheiro e até saúde. É o que mostram os dados.

Outro fator importante é que as pessoas têm mais prazer com experiências do que com coisas. É mais efetivo gastar numa viagem ou boa refeição do que comprar bens ou objetos. As experiências tendem a ser partilhadas com pessoas, e objetos não. Como disse Humphrey Bogart para Ingrid Bergman, em Casablanca: "Nós sempre teremos Paris".

Não é o caso de se fazer pouco do dinheiro, mas, garantida a sobrevivência, gastá-lo sabiamente para que se transforme em bens verdadeiros e duráveis.

Lembrando que propiciar a felicidade aos outros é o melhor caminho para garantir a própria.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

O Protagonista

(para ler na íntegra este artigo de Dom Antonio Augusto Dias Duarte, consulte a página 7 do Globo de hoje, 21/04/08)


O biólogo americano Francis S. Collins, um dos cientistas mais respeitados da atualidade, é diretor do Projeto Genoma Humano e trabalha no que há de mais moderno em torno do estudo do DNA, o código da vida. Ele escreveu: "Existe um antagonismo entre as visões científica e espiritual do mundo? Não para mim. Muito pelo contrário. Para mim, a experiência de mapear a seqüência do genoma humano e descobrir o mais notável de todos os textos foi, ao mesmo tempo, uma realização científica excepcionalmente bela e um momento de veneração." (...)

A pessoa é quem protagoniza os movimentos vitais do seu desenvolvimento biológico. Ela não é menos pessoa quando tem 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64 células em comparação aos milhares, aos milhões de células presentes no seu corpo adulto. A Igreja Católica sempre defendeu que o fruto da geração humana, desde o primeiro momento da sua existência, é uma pessoa, e a ela se deve o mesmo respeito incondicional que se tem diante de uma pessoa adulta, pois em qualquer estágio do seu desenvolvimento há uma unidade corporal e espiritual. (...)

Dom Antonio Augusto é bispo auxiliar na arquidiocese do Rio de Janeiro, responsável pela Pastoral da Família e pediatra.

Francis S. Collins é também autor do livro "A Linguagem de Deus"

terça-feira, 15 de abril de 2008

Zack Dunlap e Morte Cerebral


Zack Dunlap, de Oklahoma, não se lembra de muita coisa no dia em que morreu. Mas recorda-se de ter ouvido o médico declará-lo em morte cerebral. Zack sofreu um grave acidente em 17 de novembro de 2007. Como resultado teve um trauma severo na cabeça. 36 horas depois, os médicos avaliaram a tomografia e informaram à família que não havia fluxo sanguíneo, seu cérebro estava morto.
Os pais viram o exame e constataram o diagnóstico médico. Optaram por permitir a doação de seus órgãos, como estava determinado na carteira de identidade do rapaz. Enquanto esperava o helicóptero que viria coletá-los, a família observava os enfermeiros retirando os tubos. Dan e Christy Coffin, também enfermeiros, e primos do jovem, desconfiaram de sua aparência. Dan passou a lâmina de uma faca na sola dos pés de Zack e ele reagiu imediatamente Pressionou a unha sob a unha do dedo da mão e Zack puxou-a. Eram sinais de vida, não de morte.
Os médicos alertaram a família sobre possíveis danos cerebrais. Em 5 dias Zack abriu os olhos; em 48 dias deixou andando o centro de reabilitação e voltou para casa, onde a cidade inteira o acolheu como herói.
Se quiser assistir a um vídeo com o depoimento de Zack Dunlap, clique no link abaixo e espere carregar o filme. Vale a pena! Como vale a pena lutar pelo respeito à vida, do início ao seu fim natural. Nem a ciência, nem os cientistas são infalíveis. http://www.msnbc.msn.com/id/23775873/from/ET/.

terça-feira, 1 de abril de 2008



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